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Sistema pronto ou sob medida: como decidir

Os critérios para comparar e os sinais de que chegou a hora de construir.

+ de 150 projetos já acelerados

Nada grande é feito sozinho

Empresas que confiam em nosso trabalho

Sistema pronto é a melhor escolha quando o processo é padrão e um produto de mercado já resolve. Sistema sob medida vale mais quando a operação tem regras próprias, depende de integrações ou quando o software faz parte do diferencial. Muitas empresas combinam os dois: mantêm o ERP pronto e constroem sob medida o que ele não cobre.

Comparação critério a critério

CritérioSistema prontoSistema sob medida
Aderência ao processoA empresa se adapta ao sistemaO sistema segue o processo
Tempo até usarCurto: configurar e treinarMaior, mas com entregas por etapa
IntegraçõesAs que o fornecedor ofereceAs que a operação precisa
EvoluçãoNo ritmo e na prioridade do fornecedorNo ritmo e na prioridade da empresa
PropriedadeLicença de usoSistema da empresa, conforme o contrato
Custo ao longo do tempoLicença recorrente, em geral por usuárioDesenvolvimento e manutenção
Risco principalFicar preso a limites do produtoEscopo mal definido no início

Sinais de que o sistema pronto já não atende

  • A equipe mantém planilhas paralelas para fazer o que o sistema não faz.
  • O mesmo dado é digitado em duas ou três ferramentas.
  • Uma regra importante do negócio depende de alguém lembrar de fazer à mão.
  • O custo das licenças cresce com a equipe, para funções de que pouca gente precisa.
  • Pedidos de melhoria ao fornecedor ficam meses sem resposta.

Sinais de que o pronto ainda é a melhor escolha

  • O processo é igual ao de muitas empresas do setor, como uma folha de pagamento comum.
  • Existe um produto consolidado que cobre quase tudo, e o que falta é pouco.
  • A empresa ainda está definindo como vai trabalhar.

O caminho híbrido

Em boa parte dos projetos a resposta não é trocar tudo. O ERP pronto continua cuidando do que faz bem, e o software sob medida cobre o que é específico, conversando com ele por integração. No case Gilli Basile, por exemplo, a plataforma lê os arquivos que os sistemas contábeis já geram e cria as análises que nenhum deles oferece.

Como decidir em cinco perguntas

  1. O processo que precisamos é igual ao de outras empresas ou é parte do nosso diferencial?
  2. Quanto tempo a equipe perde hoje contornando o sistema atual?
  3. Com quais ferramentas o sistema precisa conversar?
  4. Quantos usuários teremos em dois anos?
  5. Quem na empresa vai participar das decisões do projeto?

Se a resposta apontar para construir, o próximo passo é entender o que define o investimento e como escolher quem vai desenvolver.

Perguntas frequentes

/dúvidas

O que costuma aparecer antes de começar um projeto.

Dá, e é comum. Vale guardar os dados em formatos exportáveis desde o início, para que a migração não dependa do fornecedor.

Vamos conversar sobre o seu sistema?

/próximo passo

Conte o que a sua operação precisa. A gente responde com um caminho, sem compromisso.