Software house é a empresa que desenvolve software sob encomenda para outras empresas: entende o negócio do cliente, desenha a solução e constrói, publica e mantém o sistema. Diferente de uma agência digital, o produto principal é software. A 2Maker, em operação desde 2015, atua como software house para empresas de todo o Brasil.
O que uma software house faz
- Diagnóstico: entende a operação e define o que o sistema precisa resolver.
- Arquitetura e escopo: escolhe as tecnologias e divide o projeto em entregas.
- Design de interface: desenha e valida as telas com quem vai usar.
- Desenvolvimento e testes: constrói o sistema em ciclos curtos, com testes automatizados.
- Publicação e sustentação: coloca no ar, monitora, corrige e evolui.
Software house, agência, fábrica de software ou freelancer
| Modelo | Foco | Quem desenha a solução | Quando escolher |
|---|---|---|---|
| Software house | Software sob medida de ponta a ponta | A software house, junto com o cliente | Sistemas que precisam de diagnóstico, design e evolução |
| Agência digital | Marketing, sites e campanhas | A agência | Presença digital e aquisição de clientes |
| Fábrica de software | Produção a partir de especificações | O cliente, antes de contratar | Empresas com time técnico que já especificou o que quer |
| Freelancer | Tarefas e projetos menores | Varia | Demandas pontuais e bem delimitadas |
A diferença entre os dois primeiros modelos de desenvolvimento está detalhada na página sobre fábrica de software.
Como escolher uma software house
- Cases parecidos com o seu: sistemas do mesmo tipo, e não só sites bonitos.
- Processo visível: frequência das entregas, demonstrações e como as prioridades são decididas.
- Quem estará no projeto: o time que desenvolve, e não só quem vende.
- Código e documentação: a quem pertence o código-fonte e como ele é entregue, por escrito no contrato.
- Depois da entrega: como funcionam suporte, monitoramento e evolução.
- Comunicação: canal, frequência e quem responde quando algo dá errado.
Como a 2Maker trabalha como software house
Cada projeto começa com um diagnóstico e segue em entregas a cada duas semanas, com demonstração para o cliente. Os cases mostram a variedade: uma plataforma fiscal com 38 análises (Gilli Basile), uma plataforma imobiliária com site, backoffice e API (ImoValle), um app com BI e venda pelo WhatsApp (Mirante) e um SaaS com inteligência artificial assumido de outra base (Voygen).















