Para um escritório de advocacia tributária, o sistema certo organiza a carteira inteira: prioriza os clientes com mais oportunidade, aplica as teses do escritório do mesmo jeito em todos, guarda a origem de cada número para o parecer e gera relatórios claros para o cliente, com a coleta de dados automatizada.
Onde o trabalho trava hoje
- Coleta manual em portais da Receita, com certificados digitais de cada cliente.
- Cruzamento de arquivos SPED e declarações em planilhas que só alguns sabem montar.
- Teses aplicadas de forma diferente por quem está revisando.
- Dificuldade de mostrar ao cliente, com clareza, de onde vem cada crédito.
O que muda na gestão do escritório
- Carteira priorizada: os clientes com mais oportunidade aparecem primeiro, e a equipe sabe onde investir o tempo.
- Teses aplicadas com consistência: a mesma regra vale para todos os clientes, independentemente de quem revisa.
- Parecer com lastro: cada número leva ao documento de origem, pronto para fundamentar a recomendação.
- Relatório ao cliente: o resultado da revisão apresentado de forma clara, sem montar planilha à parte.
- Acompanhamento por cliente: o que já foi revisado, o que está em andamento e o que falta.
A parte técnica, como coleta e cruzamento, está em sistema de revisão fiscal. A plataforma da Gilli Basile Advogados é um exemplo desse desenho aplicado à revisão e ao planejamento fiscal.
Por onde começar
Pelas análises de maior volume e impacto na carteira atual. Elas entram primeiro, já rodando em clientes reais, e as demais seguem em ciclos de duas semanas. O conhecimento do escritório vira patrimônio do escritório, não de uma planilha.















